Dirigente do PS acusado de corrupção

vilar_3.jpgDepois do processo da máfia dos bingos, o Partido Socialista está a braços com mais um caso de corrupção e financiamento ilegal. Luís Vilar, líder do PS/Coimbra e membro da Comissão Nacional do Partido pela mão de José Sócrates, é a primeira pessoa acusada de crime de financiamento ilícito de partidos, ao abrigo da nova lei. O ainda vereador da Câmara Municipal de Coimbra foi também acusado de crimes de tráfico de influências, abuso de poder e corrupção passiva para acto ilícito. Domingos Névoa, administrador da Bragaparques, “emprestou” 50 mil euros a Luís Vilar para que este garantisse a aprovação da construção de um parque de estacionamento no centro da cidade. Luís Vilar diz ter a solidariedade do PS.

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Isto é que é uma merda!

fraude3254852.jpgQuando se está perante uma fraude fiscal organizada, num esquema engenhoso de evasão fiscal, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e que envolve bancos, sociedades financeiras, escritórios de advogados, empresas de construção civil e quando é preciso ser implacável contra a burla e a fraude fiscal, será um escândalo a possibilidade de arquivamento do crime fiscal associado à “Operação Furacão”, pela simples regularização ao fisco do dinheiro envolvido nas fraudes fiscais

Isto não é mais que um convite declarado ao crime e à impunidade e não abona a credibilidade das instituições.

A máquina fiscal tão célere e predadora com pequenos delitos ou infracções fiscais, não pode, deixar em claro, um crime fiscal organizado, apenas porque, estarão envolvidas, como é público, entidades bancárias como o Banco Espírito Santo, o Banco Comercial Português, o Banco Português de Negócios ou o Finibanco. Ou ainda empresas como a Soares da Costa, a Mota-Engil, Monte Adriano ou a Zagote, para além de finíssimos advogados. Ou ainda porque nos 120 arguidos estarão nomes importante e conhecidos da nossa praça.

Quem levanta o véu em Angola?

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A edição do Público de sábado fala dela. Chama-se Isabel dos Santos. Uma miúda. Trinta e quatro anos de idade. Dona de uma colossal fortuna. Em Angola controla a maior operadora de telecomunicações, “oferecida” pelo pai. Reparte com o grande empresário português Américo Amorim o controle do Banco Internacional de Crédito. Controla a petrolífera angolana. Tem grande presença no Banco Africano de Investimentos, em empresas de diamantes e petrolíferas. Controla todos os grandes negócios em Angola. Tem interesses económicos em muitas empresas em todo o mundo. É accionista de referência na Galp, na Portugal Telecom, Grupo Espírito Santo, Grupo Amorim, entre outros. O seu pai é o José Eduardo dos Santos, Presidente de um dos países mais corruptos do mundo onde milhares e milhares de naturais, em especial as crianças vivem na miséria e passam fome. Entretanto, Durão Barroso é um amigo da família. Não vai há muito tempo esteve no casamento da irmã mais nova de Isabel dos Santos.

Até quando esta gente ficará impune.