Bloco de Esquerda e Sá Fernandes divididos?

safernandes.jpg

O Bloco e o PS fizeram um acordo pós eleitoral, sobre algumas matérias, que tiveram o meu apoio. Fizeram um acordo concreto, sobre meia dúzia de pontos, cuja marca é indubitavelmente de esquerda. Apenas isso. Não fizeram nenhuma coligação. Não alargaram o acordo a outras matérias. Por isso toda a acção executiva é da responsabilidade de António Costa e do PS, com excepção daqueles pontos concretos do acordo e os que decorrem dos pelouros atribuídos ao vereador Sá Fernandes. Querer atribuir outras responsabilidades ou culpas, pelos actos do executivo, a Sá Fernandes ou ao Bloco de Esquerda é pura difamação, mais a mais se alguns dos actos são também criticados por estes.

É hoje do conhecimento público (ver o blogue dos trabalhadores precários) que todos os partidos que governaram a Câmara, sozinhos ou em coligação, o CDS, PS, CDU e PSD, colocaram pessoas da sua confiança na Câmara e por lá continuam, alguns, há largos anos. São às centenas os amigos ou familiares que lá estão por clientelismo partidário.

Segundo uma lista publicada no Lisboa Alerta são muitos os avençados que estão a ganhar acima dos 2 500 euros/mês, com remunerações superiores aos funcionários do quadro a desempenhar funções idênticas, sendo que muitos deles, exercem a tempo parcial e não são necessários ao serviço. Quem está nesta situação (a tempo parcial e não é necessário) deve ser dispensado ou não deve ser renovado o contrato. Tão simples quanto isso. A Câmara não pode (e certa esquerda deveria perceber isso) perante uma falência técnica da Câmara e o regabofe de empregos criados artificialmente, dar-se ao luxo de manter esta situação, apenas para não ser acusada de “despedimentos”. Convém lembrar que os partidos que governaram Lisboa nunca levantaram esta questão, como se protegendo uns aos outros, por todos terem culpas no cartório.

Mas também há alguns outros, a recibo verde ou com contrato precário que fazem falta. Ou mesmo que não fazendo falta, tenham um mínimo suficiente de anos de trabalho efectivo e com um horário de trabalho completo. Neste caso devem integrar os quadros independentemente da forma e do modo como “entraram”, ajustando as suas remunerações aos do quadro e ao que estabelece o contrato de trabalho colectivo.

O que não entendo é a pressão de alguns militantes do Bloco de Esquerda, (ou do próprio Bloco de Esquerda, o que será mais grave) como a do deputado municipal Heitor de Sousa, sobre Sá Fernandes, ao ameaçar de ruptura do acordo, (como se fosse necessário) no caso de António Costa, não cumprir com a proposta apresentada por Sá Fernandes (recorde-se), de serem integrados no quadro todos os trabalhadores que “configurem um contrato de trabalho encapotado”.

Estas pressões sobre Sá Fernandes são inadmissíveis, vindas dos seus militantes ou do Bloco. São uma manifestação de desconfiança. Como sempre defendeu Sá Fernandes (e o próprio Bloco) todas as situações têm de ser analisadas caso a caso, para não haver injustiças. O deputado municipal não devia fazer estas declarações públicas sem consultar Sá Fernandes. Até prova em contrário, Sá Fernandes, deverá ser merecedor de todo o crédito. O Bloco não pode deixar de publicamente mostrar confiança no seu Vereador nem pode falar a várias vozes. Ou ficar-se pelas meias-tintas para agradar a todos. Assim não! Este acordo como é sabido não foi aceite por algumas correntes dentro do Bloco. É natural. As divergências são naturais nos partidos democráticos. O que não é natural é a constante guerrilha dessas correntes, sempre que discordam de uma medida de António Costa, mesmo que tenha merecido a oposição de Sá Fernandes, para denegrir e tentar romper o acordo, parecendo mais interessados em querer passar a sua posição que tentar que o acordo tenha êxito.

A posição de António Costa de deixar à arbitrariedade das chefias, os contratos que vão ou não vão ser renovados não assegura o cumprimento do que foi acordado. E isso naturalmente não pode ser aceite. A meu ver um contrato de trabalho encapotado é aquele que decorre da existência de pelo menos dois contratos de três anos de serviço cada, ou seja seis anos de exercício de funções na Câmara Municipal. No mínimo é isto que se pede a Sá Fernandes.

Acredito que Sá Fernandes, será o primeiro a denunciar, como tem sido o caso, de incumprimento de decisões colectivas ou se for caso disso a romper o acordo com o PS, no caso de verificar, que não estão a ser cumpridos os pressupostos do mesmo.

Estou com Sá Fernandes!

Advertisements

6 comentários a “Bloco de Esquerda e Sá Fernandes divididos?

  1. Olá Fernando, antes de mais boa sorte para amanhã,,.faxavor de vires logo cá contar o que é que “os maus”queriam de ti…

    Agora o teu post:
    “Este acordo como é sabido não foi aceite por algumas correntes dentro do Bloco. É natural. As divergências são naturais nos partidos democráticos. O que não é natural é a constante guerrilha dessas correntes, sempre que discordam de uma medida de António Costa,…”. O Heitor não faz parte de nenhuma das correntes que não aceitou o Acordo. O Heitor votou favoravelmente o Acordo. E pelo que me apercebi é a 1ª vez que toma uma posição pública sobre o Acordo, ou o seu não cumprimento. O adjectivo “constante” da parte do Heitor não tem, portanto, cabimento (não discuto o “guerrilha”…).

    Desde que o Acordo foi aprovado em Mesa Nacional que declarações públicas viste da parte das correntes que votaram contra ele?
    As únicas tomadas públicas da corrente a que pertenço (usando o teu termo) foi o Troll, um artigo da Cristina Portella no Luta Socialista e umas declarações minhas no Sol.
    Aí, eu dizia que o BE tinha que vencer a campanha de contrainformação e consegur trazer cá para fora o que iamos fazendo de positivo na CML. Arescentei, então, que o BE e Sá Fernandes nao podiam desistir das nossas “bandeiras” e contantarem-se com em apresentar obra nos jardins…guerrilha política???

    Quantas vezes viste no meu Blog (falo no Troll, porque só te podes referir a ele, pois repito, ninguém mais, da minha corrente, voltou a fazer criticas públicas a Sá Fernandes ou ao Acordo depois da sua ratificação), algo que possas encaixar no termo “guerrilha”?
    Algo que não encaixe no dever e no direito que cada um de nós tem de questionar, criticar, exigir ao vereador que elegemos ou ao Partido em que votamos?

    Não, Fernando, o BE e o meu vereador não vão poder assacar às correntes que votaram contra o Axordo…se o Acordo “não funcionar”.

  2. Cara amiga Isabel.
    Começando pelo fim do teu comentário, dizes tu: “o BE e o meu vereador não vão poder assacar às correntes que votaram contra o Acordo…se o Acordo “não funcionar”. Pois é Isabel, a mim quer-me parecer o contrário. Quer-me parecer que “alguns” dos que estiveram contra o acordo, “parecem mais interessados em querer passar [vingar] a sua posição que tentar que o acordo tenha êxito”. Se não é assim a mim parece-me.

    Tu dizes que depois da última mesa nacional, “As únicas tomadas públicas da corrente a que pertenço (usando o teu termo) foi o Troll, um artigo da Cristina Portella no Luta Socialista e umas declarações minhas no Sol”. E achas pouco Isabel? Que outras vezes fostes chamados a intervir publicamente? Se calhar mais nenhuma vez, digo eu. E quer-me parecer que o João Delgado também se pronunciou na única declaração pública que lhe conheço (no esquerda.net se não estou em erro) no mesmo sentido. Criticas explícitas ou implícitas ao acordo.

    Sobre o Heitor (n me interessa se pertence a alguma tendência) eu não disse que ele faz guerrilha permanente ou sequer se faz guerrilha. Eu ao Heitor critiquei o facto de ele assumir uma posição à revelia do Sá Fernandes no que entendi como uma deselegância, uma desconfiança e uma forma de pressão inadmissível. E aliás entre parênteses, disse que ainda seria mais grave se essa fosse a posição oficial do Bloco (já que não se teria demarcado – pelo que li depois até se demarcou (demarcou?) através da c.concelhia). Portante nesse ponto a minha critica não era às “correntes” ou à guerrilha. Era a Heitor e eventualmente ao Bloco.

    Mas de facto e quando me referia à “guerrilha” (deixa-me pôr entre aspas) aí tens toda razão (para além dos casos que tu citaste), estava a pensar mais no troll.

    Podes não concordar comigo, Isabel mas é isso que eu sinto. Estou a ser sincero. Tu sabes que acompanho muito o troll e especialmente leio tudo o que tu escreves (posts e comentários). Leio tudo, devoro tudo, porque não é de agora, gosto muito da forma como escreves. Se te lembras, eu já disse isto, que te acompanho desde o Afixe (ainda não te conhecia, nem imaginava que eras do bloco). Portanto antes das afinidades políticas, “ideológicas”, já tínhamos afinidades em termos de sensibilidade, sentimentos, emoções. E podes crer que tenho por ti um grande respeito e admiração. Agora, não posso deixar de dizer que sempre que tens uma oportunidade (ou arranjas uma oportunidade) aproveitas para dares umas “alfinetadas” ao acordo e surpreendentemente, para mim, ao Sá Fernandes. Não sou eu apenas que penso assim. Há por aí uns anónimos que de vez em quando também dizem isso ao comentar alguns dos teus posts. Outros, como o a.pacheco também o disseram e até se afastaram. Não sou o único portanto mas mesmo que fosse.

    Por fim. Acho que tu (e os que pensam como tu) confundes o papel do Sá Fernandes. Sá Fernandes não é o candidato do Bloco de Esquerda. Sá Fernandes é um candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda. Como é apoiado pelos Renovadores Comunistas e por um grupo de independentes. Sá Fernandes aparece muito ligado ao Bloco porque a “aliança” tem corrido bem. E felizmente as posições de ambos coincidem em muitos pontos. Mas Sá Fernandes não está vinculado ao programa do Bloco está vinculado ao seu programa, às suas propostas. De facto António Costa não tem nenhum acordo com o Bloco tem um acordo com Sá Fernandes (logo com os renovadores, os independentes, o Bloco). É preciso entender isso. O Bloco não pode dizer que vai “romper” o acordo porque não há acordo com o Bloco. Por isso, e não só por isso, é que o Heitor não pode dizer que o Bloco vai “romper” o acordo. O máximo que pode dizer é que o Bloco a não ser cumprido o acordo, retira-se ou retira a confiança ao seu vereador. O que podemos exigir a Sá Fernandes é cumpra os seus compromissos não é que “faça” o que nós achamos que é melhor. Estou a lembrar-me por exemplo da tua critica por Sá Fernandes, só tarde, tomar posição sobre algumas situações decorrentes da greve da valorsul e não ter uma palavra sobre a greve dos trabalhadores. Sá Fernandes não tinha que ter. E mais ainda não tinha que ter as tuas posições ou sequer as posições do Bloco. São aspectos que não têm a ver com a sua candidatura. É preciso notar que Sá Fernandes é independente. Não é do Bloco. Eu se fosse eleitor em Lisboa e de Sá Fernandes apenas lhe poderia exigir que cumprisse o seu programa e as suas propostas. Pela parte que me toca estou muito satisfeito com Sá Fernandes e acho que é um exemplo de autarca. E tomara o Bloco ter muitos Sá Fernandes (sendo ou não do Bloco). Agora mesmo é o fim: para mim o Bloco não é um fim. O Bloco é um instrumento. Para mim o Bloco deve ser uma espécie de frente das pessoas de esquerda cuja denominador mínimo comum são as grandes linhas das pessoas de esquerda. Querer estreitar ideologicamente o Bloco é voltar ao passado, um pouco mais “revisionista” ideologicamente. Eu não quero um Bloco “ideologicamente” puro. A discutir, virgulas e pontos finais, uma nova UDP ou um novo PSR (apenas maior um bocadinho). Eu quero, mesmo correndo riscos naturais de oportunismos, um Bloco (ou outro partido, pouco me interessa, mas que procure o máximo consenso à esquerda – uma esquerda anti-capitalista), que dispute o poder. Para dar uma volta a isto.

    As outras forças mais ideológicas à esquerda que façam o seu caminho. Que procurem ir mais além. Mas que se unam nestes pequenos passos …para a seguir dar passos maiores.

  3. Fernando, obrigado por ainda me leres…apesar de todas as críticas. Que, democraticamente, aceito. Logicamente.

    Só dois ou três comemtários . Um dia talvez possamos fazer esta (e outras) discussão pessoalmente.

    1-claro que teria havido muitas outras oportunidades de falar no Acordo…como deves calcular com as declarações do Heitor (das quais NUNCA falei no Troll) por exemplo…há quem venda papel em ver em diferenças de opinião legítimas dentro de um Partido DEmocrático, cisões, traições, culpas e fantasmas (isto segundo venham de fora ou de dentro)…
    Depois das declarações ao Sol (continuo a achar muito, mas mesmo muito injusto da tua parte que as “encaixes” em guerrilha polítca, isto se leste o artigo todo), agora durante as declarações do Heitor, tenho tido comentários de vários camaradas da maioria, em que meio a brincar, meio a sério, (apesar de algumas difeenças há muitos camaradas da maioria, que não “curtem fantasmas”),me dizem “bem, o que é que vos aconteceu para andarem tão moderadinhos???!!. Pelo visto a tua opinião é diferente, penso, sincerarmente, que está errada. Porque, amigo, falares em criticas e em dúvidas que posso ir fazendo no Troll …e apelidá-las de guerrilha políticae…ée mesmoe um bocado exagerado. Sobretudo pelo impacto que podem tar (neste caso, que não têm seguramente…aquilo é um Blog…onde eu já falei do meu gato…das notas do meu filho…das minhas paixões…ou dos jogos do Benfica…pensar que um Blog destes tem impacto para fazer guerrilha política…ok. Não entendo.
    Quanto ao A.Pacheco e aos anónimos que pensam como tu. Ainda bem. Dá para ver que também há anónimos que não pensam como tu. É isto a Democracia. Ah, e o A.Pacheco sabe que eu sei que apesar da “ameaça” não se afastou…o A.Pacheco sabe que eu sei que, apenas (legitimamente, claro), mudou anonimato de A.pacheco…para o anonimato de Anónimo…e é um dos que, neste caso, legitimammente, de novo, pensam com tu.E o deixam escrito nas caixas de comentários do Troll.

    2 – Quanto ao teu espanto como o que tu chamas de “alfinetadas” ao Sá Fernandes. Não são “alfinetadas”, alfinetadas dou aos meus adverários. São criticas políticas. Corri, por duas vezes, Lisboa de lés a lés, a fazer campanha pelo Zé, tenho todo o direito de lhe fazer criticas políticas quando não considero que ele está a cumprir o papel que me fez gastar dias nessa corrida…Prefiria o Zé cheio de convicções do que o Zé institucional. Preferia o vereador que não esperaraia 8 dias par denunciar o perigo para a saúde de todos que as descargas do lixo a céu aberto, representaram. E, sim, esperaria que o Zé que eu conheço,apesar de não o ter que fazer, tivesse tido uma palavras sobre as casrgas policiais sobre os trabalhadores da Valorsul. Não era preciso ser do Bloco para o ter feito. E tu sabes isso.
    E reservo-me o direito de esperar isto do Zé e do Veredor. Porque continuo a gostar muito do primeiro (desculpa lá esta mania de achar que política não é incompatível com sentimento) e a querer confiar no segundo.

    3- Também não quero um Bloco ideologicamente puro (confesso que nem sei o que isso é), quero um Bloco que seja fiel a princípios e a objetivos. Para isso, quero antes de mais, um Bloco que não abdique de estar nas lutas certas. Pelos direitos dos trabalhadores (da CML ou da Valorsul), por uma cidade mais justa e mais solidária, na CML…e pelo resto todo, que tem feito o nosso caminho neste ultimos oito anos. Que eu sei que tu sabes que eu acredito.
    Ah, e por uma outra luta jsuta: que o Bloco esteja na vanguarda dos que, não só teoricamente, acreditam que o centralismo democrátic e o estalinismo, são erros do passado…e que em nome de nada, mas mesmo de nada,façam deles modos de estar no presente.

  4. Fernando, a única posição pública que tomei até à data foi sobre a decisão do António Costa cancelar todos os concursos de admissão de pessoal, num artigo de opinião publicado no esquerda.net, intitulado Socratismo vs Costismo.
    Não significa isto que me sinta minimamente limitado no meu direito – reconhecido nos estatutos e regulamento do direito de tendência do BE – de expressar publicamente as minhas opiniões, sejam elas ou não concordantes com a opinião maioritária no Bloco.
    O que nunca farei é guerrilha aos meus camaradas ou ao meu partido, reservo essa forma de luta para os meus adversários políticos que, naturalmente, estão fora do Bloco.

  5. Isabel
    Posso estar injusto quando falo em “guerrilha” mas, sinceramente é o que me parece, quando o tema é o acordo na câmara de Lisboa, sem deixar de considerar que é um direito teu ou de outros fazer as criticas que entender e como entender sobre aspectos da política do Bloco que considere errados. Coisa diferente é aproveitar pequenos pretextos, sem conexão às vezes, para voltar ao tema, para criticar por criticar. Posso estar a “exagerar” como dizes, mas é o que me parece a sério. E não se trata aqui de defender a direcção do Bloco, como sabes, porque conheces mais ou menos as minhas opiniões sobre as lideranças do bloco, mas sim o que entendo que deve ser o bloco; uma força de várias esquerdas que mais do que procurar acentuar as divergências devem procurar os consensos e os equilíbrios. Isto não é uma critica ao teu bloquismo, pelo contrário; és de certeza mais bloquista que eu. O que temos, parece-me é uma visão diferente do que deve ser o Bloco. Como sabes, já o referi várias vezes, eu sou apenas um aderente/simpatizante do Bloco, mas não um “bloquista”. O Bloco é para mim um instrumento da luta num certo terreno da luta política, não é um fim. Mas como dizes, um dia talvez possamos conversar pessoalmente sobre estas coisas.

  6. João Delgado
    O que dizes não me merece a mínima contestação. O teu nome apareceu, por acréscimo, a alguns nomes que a Isabel se referiu da corrente Luta Socialista que se pronunciaram sobre o acordo nestes últimos tempos e que me pareceu inserir-se na mesma linha da critica que fiz à Isabel.

    A critica, mesmo pública, em qualquer situação é legitima e eu serei um dos primeiros a estar na primeira linha de defesa da diferença de opinião ao ponto de aceitar como legitimas posições como as Joana Amaral Dias e de outros camaradas que decidiram apoiar outro candidato nas presidenciais. O que sou contra é as guerrilhas. Não sendo o Vosso caso ainda bem, embora, peço desculpa, tenha algumas reservas, não porque ache que o fazem de forma deliberada, mas em consequência de estarem organizados em tendência. Mas sobre isso já falei noutra ocasião.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s