Flexi(nse)gurança

“Quem perder o trabalho, por causa da aplicação deste modelo, não deve temer o desemprego, explicam os defensores do conceito. Porque quem ficar desempregado irá receber um subsídio tão generoso que lhes permitirá manter o nível de vida que tinham quando estavam empregados. Além disso, ser-lhes-á prestada assistência na procura de um trabalho e ser-lhes-á dada formação profissional.”

Em Portugal?

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2 comentários a “Flexi(nse)gurança

  1. Estes tipos estão a brincar!
    Brincam com a nossa dignidade, brincam com as nossas vidas! Brincam?
    Até quando?

    Mas será que os deserdados, nós as vitimas desta brincadeira, vamos continuar impávidos e serenos, enquanto tudo acontece?

    [Por vezes engrossando o coro de protestos, como ontem… E isso chega?]

    Será que não somos capazes de fazer acontecer?

    Que raio de povo somos nós?
    Que raio de gente é esta que vive no velho continente?
    Que raio de dirigentes partidários, que raio de sindicatos e ORT’s temos nós?

    Porra! Que espécime somos nós?

  2. Pois, e o Pai Natal também existe. “A Dinamarca foi o primeiro país a aplicar a flexigurança e parece ter-se saido bastante bem, tal como a Holanda ou a Suécia”. Pois, mas eu também sei que lá costuma correr sempre tudo bem. Em Portugal é que, cada vez que o desgoverno copia sistemas de países realmente evoluídos, sabemos que vamos ficar ainda mais pobres. E os patrões dizem maravilhas da flexigurança. Se dúvidas houvesse, a alegria dos patrões diria tudo sobre o que realmente vai acontecer.

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