O direito à indignação

Um aluno faz perguntas incómodas, os seguranças acham-nas inconvenientes, retiram-lhe o microfone, aprisionam-no, agridem-no e o público assiste impávido e sereno sem esboçar uma reacção. Isto passou-se na Universidade da Florida na presença do senador Jonh Kerry.

Já não estranho a intervenção violenta dos seguranças ou o conceito de liberdade de expressão nos Estados Unidos da América o que fica admirado é com a passividade da plateia perante estes abusos.

Já não somos capazes de nos indignar? Não somos capazes de dar um grito ou defender alguém que está a ser violentado injustamente? Não consigo imaginar tanta indiferença perante casos de abusos evidentes. Em Portugal seria tal possível?

Via Arrastão e Sismógrafo

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