A balançar entre estados de alma

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Alarme

Quem foi que anoiteceu a tarde em água e vento
o encheu de Inverno o Outono em que me escondo?
Quem foi que amarfanhou o meu sorriso antigo
e encheu de lama estrelas que sonhava?
(…)
É preciso
acordar
a madrugada
-antes que a matem,
inda mal desperta! …

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Destino

É em vão que bradais para que a minha voz se cale!
Em mim,
o pensamento
é voz e é semente!

Hei-de falar, porque penso e vivo
e hei-de pensar
constantemente
(…)

Alfredo Reguengo
(Poemas da Resistência)

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3 comentários a “A balançar entre estados de alma

  1. Poesia linda que é a do Alfredo Reguengo…adoro

    Nada de melhor que palavras destas o de algumas cansões que nos tems trazido para fazer pensar um povo adormecido…

    e hei-de-vir te ler sempre, porque gosto da tua maneira de pensar (as vezes menos…).

    um beijo.

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