O Belmiro de Azevedo parece que encontrou petróleo na Portugal Telecom.

Para quem acreditava que o Belmiro se contentava com as alterações já garantidas com o desencadear da OPA sobre a PT, como a separação das redes de cabo e cobre e do negócio grossista do retalhista, aí está a prova de que Belmiro quer mais do que isso.

Já foi dito por mim e por muitos outros que ao preço a que a Sonaecom pretendia comprar a PT, a aquisição era quase de borla. Agora com a subida do valor por acção para 10,5 euros, mais um euro do que a proposta inicial, Belmiro de Azevedo já pretende gastar alguma coisa; mais, 1.128 mil milhões de euros.

Por mim, continuo a insistir que não é o preço que está em causa. Simplesmente, insisto em dizer que o negócio é mau para o Estado (que vai deixar de receber não sei quantos mil milhões de euros de impostos), é mal para os trabalhadores (que vêem postos em causa, postos de trabalho, cuidados de saúde e fundo de pensões) e consumidores (sujeitos a menor concorrência).

Depois de ser estar garantido a desconcentração dos negócios da PT Comunicações e PT Multimédia, com a venda de uma das redes, depois de a Portugal Telecom ter assumido o compromisso de disponibilização das infraestruturas em pé de igualdade para todos os operadores, (que deveriam voltar ao Estado) não há razões para esta OPA.

No dia 22 de Fevereiro vou estar presente em Lisboa, frente à residencia oficial do Primeiro-ministro a exigir, que este dê instruções ao seu representante legal na assembleia de accionistas, para manter o bloqueamento dos estatutos e pela não cedência da goldem-share.
Fica o meu apelo a todos ostrabalhadores, no activo, em suspensão de contrato de trabalho, pré-reformados, aposentados e população em geral para alinhar neste protesto.

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por Fernando Publicado em OPA PT

11 comentários a “O Belmiro de Azevedo parece que encontrou petróleo na Portugal Telecom.

  1. O Fernando segundo me disseram há pouco tempo é um colega já reformado, embora ainda sindicalizado, o que eu muito aprecio, e escreve que «No dia 22 de Fevereiro vou estar presente em Lisboa, frente à residência oficial do Primeiro-ministro a exigir, que este dê instruções ao seu representante legal na assembleia de accionistas, para manter o bloqueamento dos estatutos e pela não cedência da goldem-share.» e predispõe-se também a mobilizar os trabalhadores para a manifestação promovida pela Frente Comum, frente essa que tem canalizado toda a sua actividade contra o meu sindicato, que suponho seja também o seu, portanto contra O NOSSO SINDICATO. Não acha que deveria ignorar esta manifestação, que para alem de estar condenada ao fracasso, (repare bem senhor Fernando, a frente comum é apenas a CT, satélite do PC mais o sindicato do Felix, e dois ou três para fazer numero) não representam nada e apenas quer marcar posição contra O NOSSO SINDICATO?
    Ao contrário da frente o nosso sindicato tudo tem feito para unir os trabalhadores e evitar divisões. Quando o Fernando escreve: «Fica o meu apelo a todos os trabalhadores, no activo, em suspensão de contrato de trabalho, pré-reformados, aposentados e população em geral para alinhar neste protesto.» Estás a tomar partido por um dos lados da contenda que mina a unidade dos trabalhadores, e está a tomar partido pelo lado errado, pelo lado dos sectários e divisionistas.
    Se me permite um conselho o Fernando, para não permitir aproveitamentos oportunistas da sua opinião, que eu não entendo mas respeito, deveria declarar com o mesmo destaque que dá ao seu envolvimento no seu apoio à manifestação do nosso sindicato.
    Lembro que o nosso sindicato tem a sua Manifestação marcada para dia 2 de Março.
    «ASSIM, O PROTESTO DO SINTTAV, VAI SER FRENTE À ANTIGA FIL.
    No dia 2 de Março, o SINTTAV organizará a sua Manif./Concentração de Activistas Sindicais frente à antiga FIL, na Junqueira, na parte da tarde, à qual se podem juntar todos quantos quiserem, marcando o seu protesto e entregando aos accionistas uma Moção com a sua posição Sindical, Moção essa que antes será dada a conhecer à Adm. da Empresa, que lhe dará o destino que entender.
    Os Presidentes das Coordenadoras têm orientações concretas para organizar as espectivas Delegações e os transportes.»
    Certamente desculpará o atrevemimento, mas…
    Alm.

  2. Cara Almerinda não é assim que se resolvem as divergências. A minha posição é conhecida de todos os que me lêem É conhecida pelos trabalhadores que participam nos plenários aqui em Viana e é conhecida pelos responsáveis da “Frente Comum” e do SINTTAV, pois tenho afirmado essa posição em muitas ocasiões. Conheço a estratégia de cerco e de isolamento do SINTTAV e os meios inaceitáveis usados pela CT e o partido que a sustenta. Ficasse a CT unicamente pelo seu trabalho que em linhas gerais tem sido aceitável, à parte os métodos vergonhosos, e teria mais sucesso na sua legitima pretensão de conquistar a direcção sindical.

    Eu espero estar nesta concentração e se houver transportes, também espero estar na concentração promovida pelo SINTTAV.

    A minha presença, não será usada para outros fins, porque a minha posição sobre este diferendo é clara, no entanto é preciso fazer mais em nome dos interesses de todos nós, de que alimentarmos ainda mais a divisão. A direcção do SINTTAV deveria fazer tudo para garantir uma boa presença dos trabalhadores. Não se combatem sectarismos com sectarismos. Divisão com mais divisão. O que está em causa e depois da grande manifestação de Setembro de 2006 (para lembrar essa grande jornada reveja aqui na coluna do lado direito ao fundo as imagens que uniram todos os sindicatos e trabalhadores) é tão importante que não convém nada estar com estes sectarismos e com essas afirmações, de quem participa nesta concentração estar a tomar partido por um dos lados.

    Apareça por lá minha amiga e mobilize os trabalhadores que puder. Eu fazer o mesmo. Espero levar comigo alguns dirigentes do SINTTAV.

    A minha presença é também um sinal que quis dar de que nas lutas justas não deve haver divisões. Depois discute-se o resto.

    Não tem que pedir desculpa de nada e não foi nenhuma atrevimento. Pelo contrário agradeço-lhe ter dito de forma honesta o que pensava.

  3. Este post da Dª Almerinda Rocha é de uma pobreza franciscana, absolutamente inqualificável.
    O meu amigo fala em “alhos” e a senhora responde “bugalhos”. O meu amigo critica a posição do clã Azevedo e a sua apetência por uma empresa histórica e a senhora faz a apologia de um sindicato que tem associados a trabalhar na PT. A senhora pega numa excerto do seu texto onde dá conta da sua intenção em participar na jornada do próximo dia 22 para denegrir a frente comum, promotora dessa iniciativa, e fazer a apologia do sinttav. É notório que a senhora procurava um qualquer álibi para dar porrada na CT da Telecom e na Frente Comum. Toda a argumentação da senhora é completamente a despropósito. Em tese tanto podia ter escrito o que escreveu como dissertara acerca da importância do arame farpado na pesca do bacalhau… se isso servisse para endeusar o sinttav e dar porrada na frente comum e muito particularmente na ct.
    Eu acho isto simplesmente deplorável, ilógico, burlesco, ridículo até… Perante o absurdo do que a senhora dona Almerinda escreveu o Fernando limita-se a dizer que conhece a estratégia «de cerco e de isolamento do SINTTAV e os meios inaceitáveis usados pela CT e o partido que a sustenta.» Como se os metodos e processos do sinttav fossem por sua vez de uma lisura absolutamente recomendável, absolutamente transparentes.
    Não é hora de abrir frissuras no nosso campo, pelo que não alimentarei esta discussão, porem não posso deixar de manifestar a minha preocupação pelo facto de n~ºao se demarcar claramente deste tipo de posições e responder ingenuamente, desculpe amigo mas é a minha leitura, ingenuamente o Fernando responde « Apareça por lá minha amiga e mobilize os trabalhadores que puder. Eu fazer o mesmo. Espero levar comigo alguns dirigentes do SINTTAV.»
    Fernando tenho ouvido falar do papel do sindicalista revolucionário que o Fernando corporizou enquanto trabalhador dos CTT, das telecomunicações, da Telecom Portugal e ultimamente da Portugal Telecom… falaram-me da lista para a CT, que embora sem a liderança do Fernando teve no Fernando um dos principais dinamizadores, enfim falaram-me de um fernando lucido e combativo… E eu não consigo ver no Fernando de hoje, no Fernando incapaz de apontar um dedo ao sinttav, mas sempre pronto a atirar pedras à CT, o mesmo Fernando que me referenciaram como um exemplo a seguir. Acho que o Fernando se deixou embalar por alguma canto de sereia vindo dos lados do sinttav.
    Se calhar já escrevi o que não queria escrever… mas pronto o que está escrito, escrito está!

  4. João Carmo Lopes, escreveu o que queria dizer. Como a Almerinda escreveu o que ela queria dizer e como eu escrevi o que eu queria dizer. Não gostou, paciência. Se lhe disseram tanta coisa de mim também lhe devem ter dito que nunca deixei de dizer o que pensava, quando pensava, tal como agora você o fez e que nunca sujeitei a minha independência a jogos politico-partidários ou outros de qualquer natureza e sinto-me bem com isso. Disse sempre o que entendi dizer no momento que quis dizer. Por isso cheguei a ser castigado pelo SINTTAV com uma suspensão durante três meses. Por isso fui alvo de ataques e de insinuações torpes e nojentas da parte do SINTTAV quando ainda estavam todos juntos na direcção sindical. O João Carmo não quer que critique a CT ou quer que critique o SINTTAV conforme a sua própria análise da situação. Mas quem respondeu, como respondeu e é responsável pelo que escreveu sou eu, não é o João Carmo. Consegue perceber isso? Consegue ver para além da sua própria opinião sobre os acontecimentos? Porque sei distinguir o essencial do secundário é que vou a Lisboa. Não vou ficar em casa no “quentinho” como o João Carmo, disse a (des)propósito da minha ausência na outra concentração da “Frente”. As aspas são intencionais. Também, não acho que os processos e os métodos do SINTTAV são ou foram de “uma lisura recomendável ou transparente”.Não são e não foram NUNCA. Nunca me ouviu ou leu alguma coisa minha que pudesse conduzir a esse seu raciocino.
    Mas não sou nenhum sonso. E sei o que se desenha para além do que se avista à superfície. Se o João Carmo não percebe isso, problema seu, como costuma dizer. Acho-lhe piada quando critica a Almerinda (que não conheço) por não falar sobre a substância do texto e trazer questões laterais quando o João Carmo faz exactamente a mesma coisa, mas de sentido contrário.

    O que o João Carmo não concorda não é com a minha não demarcação do que a senhora escreve, porque essa é clara e evidente. Vou citar-me. “Cara Almerinda não é assim que se resolvem as divergências”, “é preciso fazer mais em nome dos interesses de todos nós, de que alimentarmos ainda mais a divisão.”, “A direcção do SINTTAV deveria fazer tudo para garantir uma boa presença dos trabalhadores.”, ” Não se combatem sectarismos com sectarismos. Divisão com mais divisão.”, “não convém nada estar com estes sectarismos”. Podia ser mais objectivo sobre o que penso da posição da senhora? Podia ser mais claro do que penso sobre esta matéria do que estar presente na concentração/manifestação da Frente?

    O João Carmo trouxe-me à memória tempos passados da gestão de TODO-BOM, em que ao mesmo tempo em que era fortemente criticado e caluniado pelo SINTTAV por ter liderado um movimento de opinião contra a direcção do SINTTAV, com dois abaixo assinados, com propostas de saída para o beco em que os trabalhadores tinham sido empurrados e depois abandonados, enquanto alguns dirigentes sindicais à sucapa assinavam o acordo individual. É que nessa altura levava porrada de dois lados. Do Sindicato com ataques indignos, com folhetos anónimos especialmente, dirigidos a mim e dos meus chefes, ao mais alto nível, por em todas as reuniões alargadas estar sempre a falar na indignidade da empresa em querer submeter e pressionar os trabalhadores à assinatura de um contrato individual de trabalho. Como posso esquecer?

    Quer sinal mais claro que a minha presença na concentração/manifestação da Frente para fazer sentir a todos o que de mais importante está em causa? Quer sinal mais claro do incómodo da minha presença, por parte do SINTTAV, passe a presunção, que a resposta da Almerinda? Quer sinal mais claro de que a minha intenção de também estar presente na concentração promovida pelo SINTTAV?

    A resposta à Almerinda para aparecer por lá e mobilizar outros trabalhadores e dirigentes, à semelhança do que pretendo fazer é tudo menos ingénua, João Carmo. É mais um sinal do comprometimento que todos devemos ter com esta luta. Espero que faça o mesmo. E que também esteja na concentração do SINTTAV.

    Por fim não preciso que me veja como um exemplo a seguir. Nem você nem ninguém. Se alguém lhe disse isso, como diz, agradeço a essas pessoas, mas não me considero exemplo para nada e para ninguém. Tenho apenas convicções e luto por elas. Acho que já devia conhecer-me um pouco melhor.

  5. Fernando,

    Deixa-me que te pergunte:

    – Que pretendes fazer (ou fizeste) com as tuas acções? É aí que está o teu poder e é também aí que podes tomar uma posição política (esquecendo por momentos que o que interessa ao accionista são as mais valias, não o bem estar social);

    – As instruções que o Governo deve dar ao seu representante na Assembleia de Accionistas são exactamente quais? Como sabes o Estado tem uma percentagem ridícula da PT mas que permite o veto. Se o Estado/ Governo usasse o veto (nem sei se o pode fazer numa assembleia de accionistas) já pensaste nas consequências desse acto para a nossa economia, para a regulação e para a nossa credibilidade externa? Ou só vão exigir, no protesto, que o Estado (via Governo) use as 50 acções contra? Eu acho sensato deixar o Governo o mais fora disto que é possível – apesar de já estar a actuar – e deixar os órgãos reguladores actuarem com independência.

    Abraço,

    P.S. Como sabes sou contra a Golden Share mas isso é outro assunto que já tivemos oportunidade de discutir.

  6. Ricardo. Não vendi as minhas poucas acções, 200 salvo erro, se incluir as da mulher. Sinceramente não sei quantas são precisas para poder participar na assembleia de accionistas. Devem ser precisas bem mais do que as que tenho. Sei que a Sonaecom anda pela imprensa a “convocar” os pequenos accionistas a participar na assembleia, mas não deve para os muito pequenos, insignificantes accionistas como eu e todos os trabalhadores da PT que ainda detenham as acções oferecidas pela empresa. Claro que não vou vendê-las na OPA ao Belmiro, nem em bolsa até se concretizar esta operação, para não virem a ser compradas pela Sonaecom que estará comprador mesmo fora da OPA. Sei que logo que esta operação de aquisição acabar as acções da PT vêm por aí abaixo, mas prefiro perder um pouco de dinheiro.

    O Governo não tem participação accionista directamente, e peno que nestas questões não pode usar o direito de veto, mas uma empresa do Estado, a Caixa Geral de Depósitos, é um dos accionistas de referência e através desta, o Estado pode votar contra quanto ao desbloqueamento dos estatutos. Se o desbloqueamento dos estatutos não forem aprovados não há OPA. A OPA também falha,(se o Belmiro, não der a vota ao que afirmou) se a golden-share, não for alienada. Há dois caminhos portanto para o governo; um caminho para influenciar e um caminho para determinar uma decisão.

    Agora o problema já não está nas mãos dos reguladores. Está nas mãos dos accionistas e do Estado.

    Conheço a tua posição sobre a Golden Share como também sobre a OPA. Mas depois da tua primeira opinião sobre a OPA já mudou muita coisa. Muitas das quais eram as tuas (e em parte as minhas) preocupações e que não eram e são aceites pelas Organizações dos Trabalhadores e pelos próprios trabalhadores o que é compreensível, já estão resolvidas.

    Com a separação das redes de cabo e cobre e a gestão independente das infraestruturas, ficam asseguradas as condições para uma concorrência sã e por isso só há boas razões para a PT não mudar de mãos. Defendo ainda que a propriedade das infraestruturas passem para o Estado. Por interesse público.

  7. Vou ler, ou reler, como já tive oportunidade de te comunicar num post acima.
    Depois… talvez, (se julgares util evidentemente) se possa debater o asunto no teu blog. Outros trabalhadores da PT há, igualmente interessados nesse debate. Talvez os possamos fazer sair da mornice a que se remeteram, ou meteram, e possamos ter o contributo de todos.
    Seguramente que as ORT’s e os trabalhadores em particular sairiam a ganhar.

  8. Acho que sim. Por mim aceito o repto.

    Deixa-me acrescentar uma resposta a uma observação tua e que me escapou. “Acho que o Fernando se deixou embalar por alguma canto de sereia vindo dos lados do sinttav.” Não sei ao que te querias referir. Mas deixa que diga que apesar das criticas que fiz sempre que achei pertinentes, nestes anos todos foram muitas, e algumas bastante ácidas e “violentas”, nunca em tempo algum, fiz criticas pessoais. Nunca me ouviram fazer ataques à honorabilidade das pessoas, o meu registo foram às opções, à estratégia, às acções e práticas sindicais ou políticas, mas não assumindo uma posição criticista, e estive presente tanto nas lutas, como na apresentação de propostas. Por essa razão, creio, sempre tive o respeito daqueles, excepto os pouco sérios, a quem, ao longo dos anos, fui pontuando com criticas ou apoios.

    Mas também não foi por acaso que apesar da minha intensa actividade, nunca fui convidado a fazer parte de qualquer estrutura dirigente nacional dos sindicatos. Como dirigente só como delegado sindical e associativo, como Presidente do CDCR de Viana.

    Por fim apesar da minha intensa discordância com o Manuel Gonçalves, não deixo de ter com ele uma relação de respeito mútuo e de sublinhar que apesar de estar presente em quase todas as listas que se opuseram à sua direcção, o Manuel não deixou de se deslocar 400 + 400 quilómetros para estar presente na minha festa de despedida, organizada pelo CDCR, com a presença de mais de 70 pessoas (está por acaso recordado de organização de festas de despedidas de colegas de trabalho nos últimos, sei lá, 10, 15 anos na nossa empresa?) que não deixo de invocar, assim como as minhas chefias directas. São acontecimentos que não esqueço. Será a isso que te referes quando falas em cantos de sereia? E como interpretar também a presença das minhas chefias; que me vendi ao patrão?

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