Para o ano é que vai ser.

A inflação em 2006 atingiu os 3,1 por cento.

Os aumentos dos funcionários públicos e aposentados foram de 1,5 por cento.
No sector privado foi de 2,8 por cento.
Na Portugal Telecom, para dar mais dinheiro aos accionistas, por causa da OPA, o aumento foi de 0,5 por cento para 20 por cento dos trabalhadores. Os restantes, representados pelos maiores sindicatos da empresa, não receberam aumento, por não terem aceite a proposta da empresa.

É sempre assim. Ano após ano é só perder poder de compra. Mas escusam de estar descansados. Para o ano há mais. Apesar de o Ministro da Economia, Manuel Pinho, ter dito, lembram-se, que a crise tinha acabado e de Sócrates encher a boca a dizer “agora é a sério”, o défice público continua a crescer, o poder de compra a diminuir, os direitos sociais a perdem-se ou deterioram-se, os pobres a ficarem mais pobres.

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